Sobre-nos

Nascido na cidade de Canoas, região metropolitana de Porto Alegre, aos 4 anos de idade mudou-se com a família no interior do estado. Apaixonado por desenho desde essa época, rabiscava personagens de história em quadrinhos em qualquer caderno ou superfície que encontrava em seu alcance. Aos 13 anos, sob insistência de sua mãe, começou a acompanhá-la e observá-la em curso de pintura. Certo dia em uma aula em que a professora explicava uma técnica a uma aluna, por algum instinto, observou com cuidado, e ficou fascinado pelo resultado. Logo mais, em casa, passou a ajudar a sua mãe com os pincéis e descobriu que além de levar jeito, havia descoberto uma nova paixão. 
Uniu seu gosto pela moda e arte pop, dando início à sua vida artística. De volta a Canoas, já aos 17 anos, trabalhava com festas e eventos na área de criação decorativa. Poucos anos depois, mudou-se para São Paulo, onde começou, de forma autodidata, a pesquisar e desenvolver novas técnicas, como Folk-Art, Still Life e Trompe L’oeil, aplicando-as em tecido, madeira, papel, vidro e tela. Nesse período, começou a administrar cursos em um ateliê, encontrando tempo para produzir seus próprios trabalhos, muito inspirado por grandes nomes da arte Renascentista, como Leonardo da Vinci, Michelangelo, Botticelli e Caravaggio.

De volta a Porto Alegre em 2013, foi professor de pintura de duas grandes marcas de tintas para pintura decorativa (Mural Colors e Mercur) e também administrador de workshops no interior do estado do Rio Grande do Sul e na grande São Paulo. Com bastante experiência adquirida, visão e talento aprimorados, sentiu a necessidade de ter seu próprio espaço, onde pudesse ter a mente livre para a criação, além de começar a restabelecer aulas para formar novos talentos. Foi assim que o espaço ateliê Elisandro Lima foi aberto e funcional.

A criação de um novo espaço não ocorre da noite para o dia. Em certo momento, sentiu a necessidade de decoração. Foi quando, procurando por imagens e inspirações de grandes artistas, algo chamou sua atenção; mais do que tudo, a Mona Lisa. Ele queria representar todas as mutações que ela havia sofrido ao longo dos anos. Misturando o estilo da obra Renascentista com sua paixão pelo Art Pop, criou sua primeira tela explorando o trabalho de intervenção com os dois estilos. O resultado não foi nada menos do que o esperado, trazendo grande satisfação pessoal e o apreço das pessoas que admiravam o trabalho. Isso o levou a prosseguir com essa nova ideia, que, aos poucos, cresceu consideravelmente. Ao juntar tela, tinta e pincéis, ele viu o modelo tornar-se seu estilo de trabalho principal e atual na arte.